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Bancos, Fintech e Estratégia

Pedro Branco, Financial Services Senior Manager, Glintt

​Fonte: In Jornal Económico
Leia o artigo na íntegra aqui​ (link)

A inovação não se faz sem tecnologia, assim como a tecnologia sem um fim de nada serve. E é aqui que o papel das Fintech é relevante.​
Num estudo recentemente realizado pela AdC (Autoridade da Concorrência) foi concluído que existem barreiras à entrada das Fintech em Portugal. Estas barreiras estão ligadas ao "enquadramento regulatório" e ao "risco de encerramento do mercado por parte dos bancos", nomeadamente na existência de entraves no "acesso a dados e infraestruturas bancárias".

Se no contexto regulatório a barreira à entrada está há muito identificada, traduzindo-se principalmente pela não transposição atempada da PSD2 para o quadro legal nacional, no que respeita ao protecionismo do setor, esta conclusão é curiosa, por ser contrária às reais necessidades daquele, uma vez que necessita de reinventar-se por via da inovação.

E são as Fintech que podem induzir esta inovação ao setor, razão pela qual qualquer medida de protecionismo corporativo constitui uma estratégia desalinhada com a realidade do mercado, principalmente com as necessidades e aspirações dos clientes.​