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Cimeira das Regiões de Saúde 2021

Realizou-se nos dias 27 e 28 de abril e João Figueiredo, Diretor do Mercado Healthcare da Glintt, participou na mesa redonda “Saúde 4.0: Dados e Interoperabilidade”.

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A Cimeira das Regiões de Saúde 2021 realizou-se nos dias 27 e 28 de abril de 2021 sob o tema “Plano de Recuperação e Resiliência: O Papel das Regiões de Saúde".

Esta é uma iniciativa do Fórum Hospital do Futuro criada com o propósito de contribuir para o fortalecimento dos laços de colaboração inter-organizacional em saúde, incluindo a participação ativa da sociedade civil, na procura contínua de ganhos em saúde e reforçando a importância do papel a desempenhar pelas Regiões de Saúde.

João Figueiredo, Diretor do Mercado Healthcare da Glintt, foi um dos oradores convidados para integrar a mesa redonda intitulada “Saúde 4.0: Dados e Interoperabilidade", juntamente com Francisca Delerue (Hospital Garcia de Orta), Filipe Dias (Hospital Garcia de Orta) e Paulo Gonçalves (SPEM), e presidida por Luís Goes Pinheiro (SPMS).

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Na sua intervenção, João Figueiredo teve a oportunidade de debater algumas das questões mais relevantes para a interoperabilidade no sector da Saúde, sublinhando a diversidade de oportunidades proporcionadas por um ecossistema de saúde interoperável – uma das prioridades estratégicas da Glintt.

Modelos de prestação de cuidados altamente integrados representam impactos muito significativos para os cidadãos, prestadores e sociedade em geral, com destaque para:

  • ​Trabalho em equipa para oferecer qualidade na área da saúde

​A transparência e a colaboração entre diferentes stakeholders é fundamental para aumentar a interoperabilidade nos cuidados de saúde nacionais e europeus. O design centrado no utilizador final é outro componente essencial de um produto de qualidade.

  • Educação digital

Os fundamentos da interoperabilidade precisam de tornar-se comuns para todos os profissionais, complementados por pensamento crítico e desenvolvimento de uma mentalidade de aprendizagem contínua.

  • Fortalecimento da qualidade, governança, segurança e interoperabilidade dos dados

As colaborações com a academia e indústria são fundamentais para fornecer um protótipo para a criação de centros de excelência para interoperabilidade em saúde.

  • Gestão do processo de mudança

Os prestadores de saúde precisam de ser transparentes relativamente aos benefícios e riscos da interoperabilidade e trabalhar como equipa para aproveitar a energia coletiva e aproveitar as oportunidades proporcionadas pela interoperabilidade.


A falta de interoperabilidade é efetivamente um dos maiores desafios para a garantia de melhorias na saúde e eficiência de custos prometidas pelos sistemas emergentes de eHealth.  Por outro lado, implementar os padrões atuais de interoperabilidade não é um processo simplificado, num universo em que procuramos soluções fora da abrangência holística e integrada dos Sistemas Aplicacionais.

Ainda assim, é certo que o futuro traz consigo uma maior integração de dados, incluindo o contexto relevante do utente, o que ajudará a criar um "gémeo digital" enriquecido e que irá contribuir para decidir sobre o resultado ideal da prestação de cuidados de saúde em regime de tailoring para cada utente específico contribuindo para mitigar o risco de desenvolver uma doença ou complicação.

Neste sentido, a Glintt tem mantido a abordagem holística nos seus serviços de desenvolvimento e consultoria, oferecendo um produto diferenciador e líder no mercado e mantendo o vetor da segurança de partilha de dados que abrangem todo o continuum de atendimento ao utente. Para tal ser possível, é fundamental contar com a participação, contribuição e colaboração de todos os stakeholders com o objetivo de fornecer e obter informação ao nível da governança e ampla participação em todas as redes operacionais de informação de saúde existentes, incluindo as direcionadas para fornecedores, empresas, regiões e órgãos do Estado.